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quinta-feira, 26 de maio de 2011

APRENDENDO COM OS OPOSTOS!





Educar é promover o crescimento e o amadurecimento da pessoa humana em todas as suas dimensões e para tornar isso possível é necessário que o professor, em seu papel de educador, estabeleça um relacionamento com seus alunos pautados no respeito, na confiança mútua e no estabelecimento de limites.

Mas de que forma devemos estabelecer limites? Será outorgando a outros a autoridade que nos cabe?


Este tipo de procedimento muitas vezes inicia-se em casa quando pai ou mãe coloca a figura do bicho-papão à criança quando esta não quer obedecer; a “passar” a decisão ao pai quando a mãe não detém a autoridade sobre o adolescente.





E na escola não é diferente. Muitos mestres ao constatarem o não domínio da situação retiram o aluno de sala de aula e o encaminham à coordenação ou à direção, como forma de punição ou de dar limites e se fazer respeitar. Mas, na verdade, isso só mostra a fragilidade e a vulnerabilidade do professor e os alunos detectam isto  e o torna alvo de retaliações.







Outrora, víamos mestres austeros cuja forma de cobrar responsabilidade e conteúdo de seus alunos levava ao uso de castigos severos.










Com a democratização e humanização do ensino passamos a falar nos modelos de mestres que transmitem o conhecimento e ao fazê-lo, consideram um momento de descoberta tanto para alunos quanto para professores, pois se trata da convivência com os opostos.  A construção do conhecimento requer normas que garantam a liberdade de expressão de idéias e a participação responsável.
Mas vamos deixar esse assunto para uma nova postagem!


Muito embora se conheça as dificuldades enfrentadas tanto pelas instituições de ensino quanto pelos professores, existem instituições que trabalham para dar a crianças e jovens, que vivem em condições de vulnerabilidade e cujos pais necessitam trabalhar para poder ter uma fonte de renda, a oportunidade de estudar, adquirir conhecimento para que possam garantir no futuro uma condição melhor de vida


Um desses exemplos, cujo trabalho dignifica  todas as instituições que têm como princípio preparar a criança de hoje para que seja o "homem de amanhã" é o Instituto Marquês de Salamanca cujo trabalho social visa promover o desenvolvimento social e humano de famílias de baixa renda e atende dentre outras, as comunidades do Falet, Fogueteiro, Escondidinho, Coroa e dos Prazeres, todas em Santa Teresa, Rio de Janeiro. Um dos maiores projetos realizados neste bairro é o do Espaço Educacional Cantinho Feliz, que atende a crianças de dois a cinco anos em horário integral através da metodologia socioconstrutivista  (psicólogo e filósofo suíço Jean Piaget).


O Espaço Educacional Cantinho Feliz também capacita profissionalmente, em especial as mães das crianças da creche.


Conheça os diversos trabalhos desenvolvidos pela entidade que também conta com um núcleo na cidade de Três Rios – RJ acessando http://www.imds.org.br/


Como disse Rubem Alves:


“A educação também começa com um sonho: promover o crescimento e o amadurecimento da pessoa humana em todas as suas dimensões. A escola e mais particularmente a sala de aula devem ser para o educador comprometido com a formação do homem, o sonho tornado visível.”



Professor Doutor
Cezar Honorato.

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