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sexta-feira, 13 de maio de 2011

DE 1 A 10, QUAL É SUA AUTOAVALIAÇÃO NO PAPEL DE PAI/MÃE?

Como se forma o caráter de um homem?
Com certeza a família e a escola têm um grande peso nesse processo de formação, pois é com eles que a criança mais convive desde sua tenra idade e ao longo de grande parte do tempo de sua formação. São eles que passam conceitos sociais e morais cujas sementes estarão plantadas, para que possam desenvolver o conceito de cidadania e germinarão para o resto de sua vida.
É no lar que a criança aprende a ter limites, a ser sociável, a respeitar, mas é na escola que ela colocará em prática todos estes conceitos dados por seus pais. E é a partir deste momento que surgem as dificuldades,  pois estará convivendo com semelhantes de diferentes formações familiares e consequententemente, atitudes.
Hoje o termo “bullying” anda muito em voga, já que pais de alunos que estão sofrendo este tipo de ameaça cobram das escolas soluções e quando não as obtém muitas das vezes recorrem à justiça para fazer valer os direitos e conceitos básicos de vida em sociedade de seus filhos.
Para quem já escutou falar sobre bullying, mas não sabe exatamente em que se fundamenta, vamos discorrer um pouco sobre esse assunto. Gozações, brincadeiras de mau gosto, rixas e brigas sempre aconteceram entre alunos mas, de alguma forma, existiam limites. Muitos pais estimulam seus filhos a determinadas atitudes e de outro lado, professores e escolas a tudo vêem, mas nada fazem e assim este se tornou um grande problema a ser vencido.
A palavra bullying, que deriva da palavra em  inglês bull (touro), é usado para pessoa cruel, agressiva, intimidadora, que usa de sua superioridade física ou moral para intimidar. São vistos como tal, atitudes intencionais, repetidas e violentas. E suas conseqüências são alarmantes:
·        stress
·        depressão
·        medo
·        baixa auto-estima
·        doenças psicossomáticas
·        psicopatologias graves

Vemos esse comportamento se alastrar por todo mundo, quer em ambiente público ou privado, mas os educadores, incluindo as escolas, têm um papel primordial para que esse processo tenda a entrar em parâmetros de normalidade, já que é dado a eles o dever de guarda e preservação da integridade física e psicológica de seus alunos.
Mas fica muito fácil cobrarmos das escolas e não fazermos a nossa parte! Cabe a nós a educação de nossos filhos, os bons princípios, a vigilância, a participação, o companheirismo. Mesmo a distância temos como monitorar nossas crianças e adolescentes, sermos pais mais presentes nas escolas, mais participativos, mais abertos ao diálogo. Vale lembrar que danos causados, se não detectados e tratados a tempo, podem levar a conseqüências sérias.
Ainda dá tempo para refazer os “deveres de casa” bem como “assistir as aulas” que teimamos um dia em não frequentar e que comprometeram nosso aprendizado de pais. Reavaliarmos nossas relações familiares com nossos filhos e checarmos se estamos em um caminho educativo de bons resultados, sob pena também de “merecermos castigos” junto com as “escolas” pelo não cumprimento de nossos deveres enquanto pais e educadores.

"Não permita nenhum tipo de violência pois quando você permite, torna-se cúmplice."
Monique Flock

Ana Porto/Sergio Honorato

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