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sábado, 25 de fevereiro de 2012

MADRASTA x BOADRASTA! ACEITE ESTE DESAFIO!

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa divulgada relativa ao ano de 2010, é de 1,8 divórcios para cada 1.000 pessoas de 20 anos ou mais, representando assim um acréscimo de 36,8% em relação ao ano de 2009. 

Atribui-se este aumento a facilidade criada pela legislação para oficializar a separação (antes deviam ser esperados dois anos) e hoje é possível dar entrada nos papéis logo após terem sido rompidos os laços.
Um outro dado relevante que o estudo apresenta é o aumento do número de casais que optam pela guarda compartilhada dos filhos que cresceu de 2,7% no ano de 2000 para 5,5% em 2010 e é exatamente este o assunto que vamos abordar.

Devido ao aumento do número de pessoas divorciadas e que no caso dos homens, em sua maioria, optam por um novo casamento a nova estrutura familiar, em geral, é composta por pai, filhos deste pai e madrasta (que quase sempre ainda não tem filhos). E como fica para estas mulheres a nova convivência com estes filhos que não são seus? E como estas crianças/adolescentes vêem a figura desta mulher?

Todos nós quando crianças ouvimos estórias de mulheres más que sempre maltratavam e prejudicavam seus enteados, associando a figura desta madrasta a discórdia e a desunião familiar. O nome "madrasta" por si só, já vem carregado de negatividade e se ainda somado a histórias de vidas de pessoas que conhecemos, torna-se ainda mais pesado.
Acredito que devido à figura criada de que esta mulher estaria ali para ocupar o lugar materno se tem uma dimensão negativa ainda muito maior do papel que desempenha. Mas, se visto apenas como a pessoa que ocupa o lugar da mulher nesta nova família, a esposa do pai, que nunca irá substituir a figura materna mesmo que ela não mais exista, o papel de "madrasta" passa a ser denominado "boadastra"!
As atitudes desta mulher em relação a estes filhos são de muita importância para que esta relação seja prazerosa e proveitosa. É possível manter laços de amizade e ser uma boa influência para eles e manter os laços de respeito, direitos e deveres fazem o diferencial familiar. Em uma constelação familiar cada pessoa ocupa um lugar que é só seu e não é nada produtivo querer ou pensar em eliminar alguém.
É sempre bom lembrar que respeitar significa dar ao outro o direito de ser quem ele é o que não quer dizer ter que concordar com ele.
Assim, como em qualquer relação, ganhamos a admiração e respeito das pessoas através de nossos pensamentos e atos. A conquista desta nova família requer muita diplomacia, perspicácia, paciência, sensibilidade e muito amor. Amor e respeito não se impõem, se conquista e isto demanda tempo!

Família conquistada, agora é ter bom senso para saber lidar com os problemas que possam surgir. Lembre-se que todo ser humano tem autoridade a partir de sua consciência. É preciso que os filhos sintam que quem está assumindo a responsabilidade sobre eles é uma pessoa que sabe mais do que eles, pela experiência de vida. É necessário então conversar, usar de toda a sutileza possível para "cobrar" e "chamar a atenção" e se de todo o problema for maior e que fuja de sua esfera, deixe para que o pai resolva junto a eles, pois esta é a função dele.

Portanto, não desanime, não desista de seu amor por causa dos filhos dele. Use de sua maturidade e pense que quando o conheceu ele já tinha em sua "bagagem" uma ex-mulher e filhos, mas que ocupam lugares distintos na vida dele. Ter ciúmes? Competir? Não é uma boa política! A melhor é a da boa vizinhança! E lembre-se que educar e prover estes filhos não são sua responsabilidade, eles têm pais para isto.
Seu papel é viver com muito amor, carinho, respeito e afeto ao lado do homem que você elegeu e da nova família que você está constituindo. E em breve, quem sabe, não serão, OS DELES e SIM "OS SEUS", formando uma grande e forte irmandade.

Boa sorte, BOADRASTA!

Falar em família é falar em estrutura familiar ou a falta dela. Desamor, desrespeito, desunião, desafeto... são tantos os "DES"...  pobres filhos acabam desviados e tomando os  "atalhos" da vida e para cada atitude errada  as consequências são lastimáveis. Em nosso ir e vir diário deparamos com crianças e adolescentes espalhados pelas cidades, pedindo trocados nos sinais de trânsito, nas calçadas, fazendo pequenos furtos e assaltos. A família é o alicerce na formação de um indívíduo e quando ela não existe gera problemas graves para a sociedade.

Mais uma vez é esta sociedade que se mobiliza para suprir o vazio deixado pelo poder público  como é o caso do Instituto SOU DA PAZ http://www.soudapaz.org/ que implementa projetos nas regiões de São Paulo  com os públicos mais afetados pela violência, assessora governos na elaboração e implementação de políticas de segurança e mobiliza a sociedade sobre o tema, há mais de 10 anos, trabalhando pela prevenção da violência no Brasil. Acesse o link e conheça o trabalho desenvolvido por eles! Seja você também um cidadão que faz parte desta corrente do BEM!

"Se todos os homens dessem as mãos, não haveria como segurar uma arma."

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores

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