Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia - IBGE - a média de filhos por mulher é de 1,86%. Já não se fazem mais casais como antigamente, onde havia o ditado "onde comem dois, comem três"! O fator financeiro, maior necessidade de espaço, infraestrutura e tempo para cuidar da criança, na hora de optar, pesam muito. E quanto maior o poder aquisitivo e a escolaridade, menos filhos querem ter.
A nova configuração familiar que tem crescido nas últimas décadas, em que o pai está vindo de um primeiro casamento onde já tem filhos, aumenta, por parte da mulher, a incidência de filhos únicos. Futuros pais levam em consideração que, para a criança receber o suporte necessário para prepará-la para a vida, é necessário um investimento alto. Mas alguns aspectos necessitam ser discutidos entre o casal na hora do planejamento: toda criança necessita brincar e estar em contato com outras da mesma faixa etária, para se desenvolver; que o excesso de proteção que lhe será dado pode vir a prejudicá-la, criando nela falta de autonomia e dificuldade na hora de lidar com os amigos; que talvez por ser filho único sejam mais relevados determinados comportamentos impróprios e deixar de dar-lhe alguns limites e cobrar-lhe regras; que por não conviver durante grande parte de seu tempo com outras crianças e sim com adultos, não aprende a dividir atenção, brinquedos, tornando-se por vezes egoísta; por estar vivendo em um mundo de adultos perdem um pouco de sua imaturidade, tendo atitudes e pensamentos que não correspondem com sua faixa etária e isto pode causar dificuldades no relacionamento com outras crianças. Quando pais enxergam seu filho como "pequeno adulto" tendem a cobrar dele mais, não permitindo nem mesmo que errem. Esta expectativa dos pais pode contribuir para a insegurança de seu filho que passa a associar maturidade com amor, ou seja, quando mais acertos mais amado ele será.
A nova configuração familiar que tem crescido nas últimas décadas, em que o pai está vindo de um primeiro casamento onde já tem filhos, aumenta, por parte da mulher, a incidência de filhos únicos. Futuros pais levam em consideração que, para a criança receber o suporte necessário para prepará-la para a vida, é necessário um investimento alto. Mas alguns aspectos necessitam ser discutidos entre o casal na hora do planejamento: toda criança necessita brincar e estar em contato com outras da mesma faixa etária, para se desenvolver; que o excesso de proteção que lhe será dado pode vir a prejudicá-la, criando nela falta de autonomia e dificuldade na hora de lidar com os amigos; que talvez por ser filho único sejam mais relevados determinados comportamentos impróprios e deixar de dar-lhe alguns limites e cobrar-lhe regras; que por não conviver durante grande parte de seu tempo com outras crianças e sim com adultos, não aprende a dividir atenção, brinquedos, tornando-se por vezes egoísta; por estar vivendo em um mundo de adultos perdem um pouco de sua imaturidade, tendo atitudes e pensamentos que não correspondem com sua faixa etária e isto pode causar dificuldades no relacionamento com outras crianças. Quando pais enxergam seu filho como "pequeno adulto" tendem a cobrar dele mais, não permitindo nem mesmo que errem. Esta expectativa dos pais pode contribuir para a insegurança de seu filho que passa a associar maturidade com amor, ou seja, quando mais acertos mais amado ele será.
Assim, independente da opção quanto ao número de filhos, o importante é que haja uma educação firme e com limites e regras. Que não ceda diante de choros e manhas. Quantos deles, quando não atendidos em suas vontades, se jogam no chão fazendo pirraça? Lembre-se que estabelecer regras ajuda a colocar limites e a educar as crianças. Mas faça de maneira clara, sempre explicando as consequências para escolhas ou atitudes erradas.
É importante sempre lembrar que, embora com um único filho, é necessário ensinar-lhe a competir, ganhar aliados, perder, negociar. Ensine-o a fazer "amigos-irmãos" no decorrer de suas vidas para que, quando a vida lançar seus desafios, ele possa ter mãos amigas lhe ajudando a vencer momentos difíceis!
E quando se trata de criança todo e qualquer sacrifício ou sonho é válido!
A ong MUNDO NOVO http://www.ongmundonovo.org.br/interna.php?area=quemSomos nasceu em janeiro de 2003 através do sonho de uma menina, Bianca Carvalho, que aos 16 anos resolveu fundar a instituição para levar oportunidades para a Comunidade da Chatuba em Mesquita através de oficinas culturais. O projeto iniciou em sua própria casa, a partir da execução das primeiras atividades foi diagnosticada a carência da educação nos assistidos e na comunidade local, surgindo então a necessidade de se criar projetos direcionados à educação com acesso a atividades culturais. Em março de 2003 o projeto começa a funcionar em uma casa alugada dando assim os primeiros passos.
E quando se trata de criança todo e qualquer sacrifício ou sonho é válido!
A ong MUNDO NOVO http://www.ongmundonovo.org.br/interna.php?area=quemSomos nasceu em janeiro de 2003 através do sonho de uma menina, Bianca Carvalho, que aos 16 anos resolveu fundar a instituição para levar oportunidades para a Comunidade da Chatuba em Mesquita através de oficinas culturais. O projeto iniciou em sua própria casa, a partir da execução das primeiras atividades foi diagnosticada a carência da educação nos assistidos e na comunidade local, surgindo então a necessidade de se criar projetos direcionados à educação com acesso a atividades culturais. Em março de 2003 o projeto começa a funcionar em uma casa alugada dando assim os primeiros passos.
"É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais."
Coelho Neto
Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores











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