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domingo, 23 de junho de 2013

E O SERTÃO... VAI VIRAR MAR?

Seu Portal de Negócios e Responsabilidade Social
Assim diz a música:

"O homem chega e já desfaz a natureza
Tira a gente põe represa, diz que tudo vai mudar
O São Francisco lá pra cima da Bahia
Diz que dia menos dia vai subir bem devagar
E passo a passo vai cumprindo a profecia
Do beato que dizia que o sertão ia alagar
O sertão vai virar mar
Dá no coração
O medo que algum dia
O mar também vire sertão"

Há muitas décadas que governos vêm buscando soluções para a aridez existente em regiões do  norte e nordeste do Brasil, porém o problema ainda permanece, levando à morte indivíduos e animais pela falta de água.

Sistemas de irrigação têm sido criados, como exemplo o Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias do Nordeste Setentrional, com alto custo de investimento (previsto cerca de 5 bilhões de reais) que pretende aumentar a oferta hídrica para múltiplos usos em parte da região semiárida. Especificamente os estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte serão os beneficiários desse projeto. Entre os benefícios esperados, inclui-se a dinamização de alguns projetos de agricultura irrigada nessa região. 

A irrigação privada predomina nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, onde ocorre a maior parte do desenvolvimento industrial e agrícola do país. Na região Norte e Nordeste os investimentos são, em geral, do setor público que buscam estimular o desenvolvimento regional em uma área propensa à secas e com graves problemas sociais. 
Mas, algumas soluções bem mais baratas estão sendo criadas e todos esses problemas
podem estar com dias contados para essas famílias. É o caso do Sistema de Irrigação Movido a Energia Solar criado pela International Development Enterprises (iDE), que garante eficácia e preços bem acessíveis.

Trata-se de uma ideia que levou em conta também o aspecto de sustentabilidade, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis ou eletricidade para seu funcionamento, reduzindo, assim, não somente gastos bem como a poluição do ar
Esse sistema, SunWater  foi desenvolvido para agricultores de subsistência, que dependem de suas produções agrícolas para seu sustento e a de seus familiares, podendo também ser usado por todos os proprietários de plantações. Devido ao seu baixo custo, pode ser implantado em terras cuja escassez de água acarreta em regiões secas, desertos e sertões que acaba por diminuir a produção das culturas, prejudicando as atividades pecuárias, gerando um impacto na renda das famílias que têm na terra e nos animais, seu meio de subsistência.

É um equipamento movido à luz solar, ao contrário das bombas atuais que são movidas a diesel ou eletricidade, o que também ajudaria a popularizar os sistemas de geração fotovoltaica nas áreas rurais. Segundo seus idealizadores o custo deste sistema giraria e torno de US$ 2,900 dólares, já inclusas a perfuração do poço, o sistema de armazenamento da água e a bomba de sucção.

Por enquanto o produto ainda está passando por testes e aguardando por pessoas ou empresas que desejem investir nesse sistema e tornar os sonhos de tantas famílias, realidade!

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Aqui no Brasil o Administrador de Empresas Willy Pessoa criou um sistema de agricultura familiar sustentável, chamado de Projeto Mandalla, da Agência Mandalla — DHSA:

"O projeto, batizado de mandala que, em sânscrito, quer dizer círculos, utiliza tecnologia simples e de baixo custo. São construídos nove canteiros ao redor de um lago circular de cerca de seis metros de diâmetro. A água do lago é bombeada para irrigar a plantação. Os três primeiros círculos são os da melhoria da qualidade de vida, abrigando assim as culturas de subsistência. Os círculos seguintes são os responsáveis pela complementação da renda familiar. Neles são cultivados verduras e legumes para serem vendidos no mercado local. É daí que José Cardoso tira a sua renda. Pequenos animais como galinhas e cabras convivem em um sistema interativo, onde as necessidades de um são supridas pela produção do outro. "Os peixes alimentam-se de plâncton derivado das fezes dos patos, além de mariposas e insetos noturnos atraídos para a água por uma lâmpada colocada pouco acima da água. As fezes dos peixes são ricas em fósforo. Peixes e patos fertilizam as plantas, através da água, bombeada para os nove círculos de irrigação. As codornas, galinhas, coelhos, cabras e a vaca fornecem esterco e urina para a formulação de defensivos e nutrientes orgânicos para as plantas. As fezes de apenas 25 coelhos podem fertilizar a área de 2500 m² de uma mandala."

Como pudemos constatar, dispomos de grandes ideias. Basta apenas que o governo queira tirá-las do "papel" e transformá-las em "solução" para todo esse povo sofrido, que tira de sua produção, o sustento de sua família.

"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original" 
Albert Einstein  

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores

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