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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

NIT PORTAL SOCIAL ARTIGO: TRANSFORMANDO MACARRÃO EM ELETRICIDADE!

O desperdício e a perda de alimentos têm sido motivo de grande preocupação para a humanidade. De acordo com estudo realizado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAP) é estimado um desperdício em torno de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos em todo o mundo, por ano.

Grande  parte  deste  lixo  orgânico  (restos  de comida  em

geral, cascas de frutas, casca de ovo, sacos de chá e café, folhas, caules, flores, aparas de madeira, cinzas) poderia estar sendo utilizado pelo homem como adubo natural através de técnicas de compostagem. A princípio todo o lixo orgânico é enviado juntamente com o não reciclável, para aterros sanitários, lixões ou usinas de incineração. 
Mas existe outra finalidade para estes resíduos que é a compostagem, que transforma sobras de alimentos em material que enriquece o adubo que será utilizado no solo e com isso pode-se colher alimentos sem a presença de agrotóxicos e pesticidas (alimentos orgânicos).
No lixo orgânico para compostagem deve-se evitar: Gorduras, laticínios, carne, peixe e frutos do mar e cinzas em grande quantidade.

Em entrevista concedida ao jornal "O Estado de S. Paulo", a consultora ambiental da ong Ecomarapendi, Érica Sepúlveda, explicou o passo a passo de um processo simples e artesanal de compostagem. 

A primeira coisa a ser feita é a separação do lixo orgânico, eles correspondem a cerca de 60% dos resíduos produzidos em uma casa. Após ser separado, o ideal é que todo o material orgânico seja picado, para acelerar o processo de decomposição.
Para que seja feita a compostagem é preciso uma caixa plástica com tampa. Érica explica que o ideal é que a caixa tenha de 30 a 40 cm e devem ser feitos furinhos no fundo da caixa. Assim haverá troca de oxigênio e o líquido não ficará acumulado no recipiente.
O preparo da caixa deve ser feito em camadas alternadas, primeiro a de terra e depois o material orgânico. O húmus também é uma ótima alternativa como fonte de micro-organismos e pode ser a terceira camada a ser depositada da caixa de decomposição. Minhocas também são ótimas alternativas para serem colocadas na terra.

A dica para evitar o mau cheiro é utilizar a borra do café, que também serve para espantar formigas e outros insetos. Após serem feitas as diversas camadas, a caixa deve ser fechada e é preciso revirar o composto a cada três dias. Se forem usadas minhocas essa etapa não é necessária.
Então é só esperar e em três meses a terra estará adubada e pronta para servir de vitamina para outras plantas. (Fonte O Estadão)

Alguns outros segmentos também têm criado campanhas de conscientização e até mesmo algumas soluções para que seja diminuído esse quantitativo de desperdício. É o caso da Chiyoda Seisakusho, uma indústria de maquinário para manufatura instalada na cidade de Kagawa, na ilha de Shikoku, que criou uma tecnologia para gerar eletricidade a partir de sobras de macarrão que são descartados em lixeiras no Japão. Embora sendo muito utilizado, o lamen (miojo) não será utilizado para este fim.  O macarrão a ser utilizado será o udon, de fio mais grosso e que alcança em torno de 1,5 toneladas de descarte na cidade de Kagawa.

O processo desenvolvido consiste em fermentar o macarrão em um gerador de cerca de 500m cúbicos, junto com lixo comum e com isso é possível a captação do gás metano, que tem a característica de ser combustível.
Utilizando todo o descarte de udon da cidade acrescido de 1 tonelada de lixo por dia o gerador será capaz de alcançar a produção de 180 mil kilowatts-hora, o que é suficiente para abastecer 50 casas na ilha. A companhia elétrica local se interessou pela tecnologia desenvolvida, mas aguarda a aprovação das autoridades envolvidas no país, o que está previsto acontecer a partir deste mês de setembro.

Com esta grande ideia, a companhia Chivoda Seisakusho espera um investimento de 80 milhões de ienes (US$850 mil)  e um faturamento de 12 milhões de ienes por ano (US$125 mil).

E como falamos no início do artigo existem diversos segmentos da sociedade trabalhando com a  conscientização das pessoas da necessidade da preservação ambiental. É esta a linha de trabalho da instituição Ecomarapendi!  
Mais do que desenvolver projetos, programas e serviços, a ong Ecomarapendi, brasileira do Rio de Janeiro, se orgulha de ajudar, desde 1989, a formar uma geração inteira de cidadãos com responsabilidade socioambiental. São mais de 20 anos informando, educando, fazendo estudos e pesquisas para importantes empresas e instituições. com atendimento direto a mais de 200.000 pessoas, de diversas classes sociais, profissões e faixa etária. De todos os pontos do país. Apontando novos caminhos, oportunidades e tendências, a Ecomarapendi, através de sua diretora (e um dos fundadores), a ambientalista Vera Chevalier, é uma referência nacional em meio ambiente e reciclagem. Uma história de integridade, pioneirismo, sonhos e conquistas, que demonstra, acima de tudo, que todo compromisso  pode e deve ser sustentável! No tempo e no espaço!


"Comece despoluindo sua mente e evite o desperdício."

Fabi Armond


Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores

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