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Nit Portal Social

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

UMA VIAGEM DE AMOR NAS ASAS DO UIRAPURU!

Diz a lenda que um dia uma donzela apaixonada com sua mira certeira atingiu com uma flecha um pássaro de plumagem vermelha e canto maravilhoso, com isso transformando-o em um belo e forte guerreiro.

Mas havia nos arredores um feiticeiro, feio e aleijado, que tomado pela inveja,  enciumado, pega sua flauta encantada, toca, e com o poder de sua música faz com que o jovem guerreiro desapareça.

A partir de então, apenas ecoava o canto do jovem pelas matas. Assim como o jovem guerreiro, esta
ave de bela de plumagem vermelha raramente é vista nas matas. Diz-se que quando o Uirapuru cantatodas as outras aves se calam, como que hiptonizadas e quem escutar seu canto será invadido de uma grande sensação de paz


O uirapuru é considerado um talismã pelos moradores locais. Existem pessoas que acreditam que o homem que carregar uma pena da ave será irresistível para as mulheres  terá sucesso nos negócios. Já com a mulheres, aquelas que conseguirem um pedaço do ninho da ave terão o amor eterno de seu amado, fiel e apaixonado. Também existe a superstição de que aquele que ouvir seu canto deverá fazer um pedido que será atendido.

Como podemos constatar, é mais uma lenda do amazonas que fala de amores perdidos, mas com um imaginário que faz com que a gente embarque nesta viagem!

E como sempre fazemos indicaremos aqui o  “Contador de Histórias” que através do projeto Pólen, visa trabalhar os valores populares, a cidadania, a dignidade e a importância da preservação ambiental.
Tudo é feito com a apresentação de  um espetáculo de teatro, que reúne histórias genuinamente brasileiras com cânticos populares interagindo todo o tempo com a platéia. O Projeto se apresenta em escolas, hospitais etc. Visite o link e conheça melhor o trabalho!

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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Planejamento, Gerenciamento, Monitoramento de Mídias Sociais & Responsabilidade Social para Empresas.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

COMO DECIFRAR OS RÓTULOS DOS ALIMENTOS E MANTER UMA DIETA EQUILIBRADA!

Para comer bem é preciso equilibrar carboidratos, gorduras, proteínas e fibras.

Quem nunca se esbaldou numa churrascaria no domingo e prometeu começar uma dieta na segunda-feira? Quem nunca se empolgou com o verão e comprou roupas e equipamentos esportivos que acabaram esquecidos no armário quase sem uso? As celebridades brilham no Instagram e seus amigos explodem de felicidade no Facebook. O mundo é lindo, magro, saudável, e você esparramado no sofá com essa pança indecorosa...

A receita todo mundo já sabe: comer menos e melhor, exercitar-se mais e regularmente. Não adianta seguir o impulso, como faz quem adere a dietas radicais e remédios milagrosos. É preciso estratégia e perseverança. E conhecimento. O primeiro passo é saber como carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e açúcar atuam no organismo e se escondem ardilosamente nos rótulos de informações nutricionais.

(Clique AQUI para expandir a imagem)

Se serve de consolo, saiba que 51% dos brasileiros estão acima do peso e 17% são considerados obesos, segundo estudo da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Uma alimentação saudável também ajuda a evitar doenças cardiovasculares, como hipertensão e acidente vascular cerebral (AVC).

Em se tratando de dieta, a principal orientação é adotar uma dieta balanceada com carboidratos,
proteínas, gorduras, fibras e açúcar. Mas nem sempre é fácil distinguir os prós e contras de cada um desses componentes. Especialistas concordam que os rótulos deveriam ser mais fáceis de interpretar.

O cardápio mais adequado agrega todos os componentes, inclusive gorduras. No entanto, é preciso moderação ao ingerir cada um deles. Segundo o endocrinologista Henrique Suplicy, os carboidratos devem estar presentes em todas as refeições, pois são as substâncias que dão energia ao corpo. São essas substâncias que também fornecem a glicose (açúcar) para o organismo. As pessoas podem encontrá-los, por exemplo, no arroz, macarrão e pães.

“Só não podemos misturar os alimentos ricos em carboidratos, porque são altamente calóricos e aumentaria as chances de obesidade. Um grama desse componente equivale a quatro calorias. É preciso de equilíbrio”, alerta o integrante da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Os especialistas sugerem que a nova dieta inclua também cerca de 25% de gorduras, que são isolantes térmicos para o organismo e podem ser encontradas no azeite de oliva e óleo de canola; e 25% de proteínas, que ajudam no fortalecimento dos músculos e são encontradas nas carnes. “O prato pode ser montado da seguinte forma: no meio fica concentrada a comida rica em carboidratos e nas laterais as proteínas e gorduras”, sugere Henrique.

Gordura trans é a pior de todas.

As pessoas devem ficar atentas ainda ao tipo de gordura mais concentrada nos produtos, ressalta o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni. O melhor é optar pela insaturada, que é de origem animal. “A saturada, encontrada em batata frita, por exemplo, é prejudicial e aumenta o colesterol. E nunca devemos ingerir a gordura trans, por ela ser modificada. Esse tipo é encontrado em produtos industrializados e fast food”, explica o cardiologista do Hospital Dante Pazzanese.

Outra substância fundamental para uma vida saudável são as fibras. O endocrinologista explica que ela ajuda na digestão e aumentam a sensação de saciedade. "Mas em alimentos já embalados e prontos têm quantidade pequena de fibra. As pessoas podem encontrá-la mais em frutas, legumes e verduras", sugere Henrique.

Mas se emagrecer e levar uma vida mais saudável não o motivam, pense em ser um bom exemplo para seus filhos. A obesidade no Brasil se tornou um problema para a saúde das crianças. Segundo o IBGE, 15% das crianças com idades entre 5 e 9 anos estão obesos.

Por Gabriela Mattos
Jornal O Dia

Temos visto que o Diabetes Mellitus vem crescendo de forma acentuada e cada vez mais a população necessita de esclarecimento, tratamento e principalmente de PREVENÇÃO

Consultórios e hospitais da rede do Sistema Único de Saúde são insuficientes para atender a demanda e é para tentar minimizar este problema que vemos a sociedade se mobilizar e criar movimentos e instituições de ajuda ao próximo menos favorecido. 

É o caso do Projeto ZELOUS que faz parte da JD Pró-Crianças e Jovens Diabéticos, que oferece a população de baixa renda de São Paulo tratamento preventivo do diabetes tipo 1, vigilância da saúde em domicílio, visão holística do paciente/família e acompanhamento domiciliar automatizado e interligado utilizando, dentre outras ferramentas, o aparelho celular como principal linha de contato permitindo que o cuidador ou o paciente envie suas taxas glicêmicas para o sistema central que em tempo real monitorará virtualmente o estado de saúde do paciente bem como possibilitará o gerenciamento remoto/tratamento preventivo das crises agudas. Conheça este trabalho acessando o site!

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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Planejamento, Gerenciamento, Monitoramento de Mídias Sociais para Empresas & Responsabilidade Social 
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terça-feira, 15 de setembro de 2015

VOCÊ É CONSUMISTA?

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em seu último relatório sobre a situação ambiental no mundo, sentenciou: Cada vez mais, o Homem detona o meio ambiente e a conta já está cara para o planeta.

Certamente, a maioria dos leitores já terá uma resposta pronta: O imbróglio ambiental que vivemos é resultado de um modelo de sociedade no qual o consumo excessivo de produtos e serviços permeia todas as relações sociais. E mais, também estamos certos de que consumimos não somente pelo prazer individual, mas ao contrário, é na busca torpe pelo status, pela diferenciação e exclusividade que colocamos o destino do planeta em risco. A culpa é dos consumidores.

Há poucos meses, Flávio Gikovate afirmou que o consumismo das elites brasileiras é fruto de um desespero. Diante das angustias cotidianas e de uma vida vazia de sentidos, nos obrigamos a comprar. Sem saber o que é supérfluo ou necessário e na busca pela satisfação dos nossos desejos, colocamos a vida do coletivo (meio ambiente) em risco. Somos todos egoístas e consumistas.

Não é raro observar essa visão negativa sobre o consumo em toda parte.  O problema é que os especialistas esquecem que só é possível consumir algo que foi produzido.  Esses são fenômenos inseparáveis.  Assim, não há como festejar quando a economia bate recordes de produção ou crescimento e protestar quando o consumo das famílias aumenta. São apenas duas pontas do mesmo fato.


Com isso, pergunto aos leitores: Por que insistimos em penalizar os consumidores pela questão ambiental quando sabemos que eles apenas compram o que é produzido? Por que colocamos sobre as costas dos indivíduos, todo o peso de um trabalho que deveria estar sendo feito pelos grandes conglomerados industriais? Por que culpamos os cidadãos quando deveria ser o Estado brasileiro o verdadeiro fiscalizador e regulador de linhas produção que agridem o meio ambiente dia e noite? São os consumistas os culpados?

É preciso recuperar o duplo sentido do sufixo grego ismo, de consumismo. Este pode significar tanto uma doença ou patologia quanto trazer consigo a noção de um sistema de ideias, de ideologia. Defendo a segunda posição. Sei que vivemos em um modelo de sociedade cujo o ato de consumir significa muito mais do que uma simples relação de compra e venda, de débito ou crédito. Ao comprar criamos significados, acessamos novos universos, construímos nossa identidade e marcamos nossa diferença.

Apesar disso, concordo com os ambientalistas que nossa sociedade está criando um sério problema ambiental para si. Não há como continuar no mesmo ritmo. Falta Planeta. Mas será que a solução é incentivar a diminuição do consumo, em geral, sempre do Outro? Afinal, como construir um discurso legítimo e eficaz que convença milhares de brasileiros que só agora, depois de séculos, puderam comprar o primeiro carro que o legal é andar de bicicleta?

Enfim, enquanto os culpados foram os Outros, vai faltar brejo para tanta vaca.

Por Michel Alcoforado

Como sabiamente fala o artigo o consumo excessivo aliado à produção desenfreada de bens de consumo e seus descartes impróprios estão afetando drasticamente o planeta. E isso gera uma série de problemas com consequências à saúde da população.

Vemos hoje diversos setores da sociedade voltados a buscar soluções, senão de total eficácia, pelo menos paliativas com o objetivo de melhorar as consequências causadas ao meio ambiente e consequentemente aos cidadãos. 

É o caso do  Instituto Saúde e Sustentabilidade, cujo principal objetivo é contribuir para o viver saudável em grandes cidades, a partir da preservação e promoção da saúde humana, por meio da realização de projetos que envolvam os mais diversos atores sociais, como órgãos do governo, organizações da sociedade civil, empresas, instituições de ensino, comunidades, entre outros.

A união dos temas saúde e sustentabilidade torna a causa do Instituto inovadora. Essa característica, somada à grande capacidade de articulação intersetorial em prol de um objetivo comum, são as grandes forças da organização.

Através da organização e tradução clara do conhecimento científico em informações acessíveis à sociedade; da mobilização de cidadãos, governo e organizações e o fortalecimento dos seus direitos em saúde; e da construção de políticas públicas e apoio a projetos de lei, o Instituto propicia a melhoria contínua da vida urbana.

Com isso, o Instituto tem se tornado uma referência de qualidade em informação sobre os impactos da urbanização na saúde humana e em soluções inovadoras para as a melhoria da qualidade de vida como elemento fundamental do viver em grandes cidades.

Conheça melhor o trabalho do Instituto Saúde e Sustentabilidade e ajude a divulgá-lo.

Ana Porto/Sérgio Honorato
Gestores
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Planejamento, Gerenciamento, Monitoramento de Mídias Sociais & Responsabilidade Social para Empresas.




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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A SUSTENTABILIDADE NA SAÚDE COMEÇA ANTES DOS HOSPITAIS!

O ditado popular “melhor prevenir que remediar” traduz o conceito de sustentabilidade na saúde das pessoas. A expectativa de vida dos brasileiros vem aumentando. De 45 anos em 1940, passando a 72 em 2008, a estimativa para 2050 é viver até 81 anos. Com o envelhecimento da população, os custos com planos de saúde e com o sistema previdenciário do Brasil podem entrar em colapso.

Ações preventivas para reduzir os custos e o consumo de recursos pelo sistema de saúde, contribuem para melhorar a competitividade, a qualidade de e o desenvolvimento sustentável. Segundo o estudo NEXT, da consultoria Ideia Sustentável, com os sete desafios de sustentabilidade para o setor da saúde, “os objetivos de sustentabilidade não podem ser atingidos quando se verifica uma prevalência de doenças debilitantes. Se a produtividade das nações depende de cidadãos saudáveis, a sustentabilidade dos sistemas de saúde é uma questão de competitividade e um imperativo econômico e moral”. É importante a responsabilidade compartilhada entre a sociedade sobre o meio ambiente, as pessoas e a economia.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (ABRAMPA), lançou um estudo que mostra que os municípios da região da Baía de Guanabara poderiam ter ganhos econômicos com acesso ao saneamento básico, garantindo, por exemplo, um acréscimo na economia local de R$ 460 milhões por ano.O mesmo estudo com dados do DATASUS, mostra que em 2013 foram notificadas 2.745 internações por infecções gastrintestinais na região. Desse total, os médicos classificaram 48% como “diarreia e infecção intestinal”. O acesso de todos ao saneamento básico reduziria os gastos por internação em R$ 150 mil por ano. Outra característica nacional é a relação entre a massa populacional e poluição.

Segundo o Instituto Saúde e Sustentabilidade, em relação à mortalidade atribuível à poluição, o estado de São Paulo teve, entre 2006 e 2011, 99.084 mortes atribuível à poluição. O estudo aponta que até 2030, mesmo com redução da poluição do ar em 5%, haverá aproximadamente 250 mil óbitos e um gasto público em internações estimado em mais de R$ 1,5 bilhão. Educação e Cultura de Segurança também são importantes para evitar custos desnecessários com o Sistema de Saúde do País. O número de mortes em acidentes de trânsito com motos, por exemplo,  aumentou 263,5% em 10 anos, segundo dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. O salto no número de vítimas fatais em acidentes com motos é maior que o aumento de mortes por acidentes de trânsito em geral, que envolve carros, motos, caminhões, ônibus, pedestres.

Entre os principais desafios e medidas está a responsabilidade de cada cidadão por sua saúde e um olhar mais estratégico das empresas, promovendo um estilo de vida saudável dos colaboradores como vantagem competitiva integrada ao planejamento do negócio. A preocupação com os impactos socioambientais no ciclo de produção dos serviços de saúde e a promoção de ações preventivas por meio da sustentabilidade para a melhoria contínua da qualidade da gestão hospitalar entram na lista.

Com a colaboração de todos, tecnologias mais acessíveis, produtos e serviços inovadores teremos um sistema de saúde mais socioecoeficiente, pessoas saudáveis e pacientes com um atendimento melhor e mais humanizado.

Por Roberto Araújo
Responsabilidade Social

Como nosso assunto de hoje tem relação com a saúde apresentamos, abaixo, dois trabalhos direcionados à pessoas que têm algum tipo de intolerância alimentar:


1 - Instituto Girassol vem beneficiando crianças, adolescentes e adultos portadores de necessidades nutricionais especiais, como é o caso de pessoas com alergia ao leite de vaca, galactosemia e outras alergias alimentares, nos quais é fundamental uma terapia nutricional específica, principalmente para famílias com dificuldades econômicas para adquirir esses alimentos.

O Instituto oferece todas as orientações necessárias, desde informações sobre como fazer os exames de diagnóstico até assessoramento jurídico para obtenção de alimentos específicos via SUS. Além deste serviço, a ONG também possui uma agenda de eventos direcionados a profissionais da área médica.

2 - Semlactose nasceu no final de 2007 com o objetivo de levar informações de qualidade e constantemente atualizadas a pessoas que sofrem com os sintomas da intolerância à lactose. Atualmente com mais de 200 mil páginas visitadas e 70 mil visitantes ao mês, o Semlactose tornou-se referência nacional neste tema, sendo citado em diversos trabalhos acadêmicos e reportagens. Por sugestão de diversos leitores, nosso escopo temático foi expandido com o objetivo de tratar não somente da intolerância à lactose, mas também de outras intolerâncias e alergias alimentares, assim como de patologias que requerem uma dieta de restrição alimentar.

Além de informações importantes os sites também apresentam receitas especiais.

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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