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Nit Portal Social

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

BAÍA FORMOSA: EXÓTICA E REALMENTE FORMOSA!

Verão já se anuncia com as temperaturas altas que estamos tendo em plena primavera!

Vai estar de férias no verão? Viagens internacionais estão proibitivas devido ao alto custo do dólar e do euro. Então nada melhor do que fazer turismo interno e conhecer as maravilhas deste nosso Brasil!

Que tal viajar com a família e conhecer a Baía Formosa, próxima a divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba,  a 94 km. de Natal - Rio Grande do Norte? Lá você vai encontrar a maior reserva da Mata Atlântica ainda preservada - Mata da Estrela - com extensão de mais de 2.000 hectares,  que abriga um imenso manancial hídrico. Ao todo são 19 lagoas pluviais que se formam no interior da mata. Na Mata da Estrela uma de suas principais atrações é a Lagoa da Coca-Cola - Lagoa Araraquara -  assim conhecida pela coloração escura avermelhada de suas águas que os nativos acreditam ter poderes medicinais e rejuvenescedores. A água  é limpa e sua tonalidade se dá devido a pigmentação das raízes das árvores e a composição química do solo rico em iodo, ferro, carvão mineral e junco.

Um dos melhores passeios é o feito com bugre que o levará até a Lagoa Formosa, com água doce até a cintura e temperatura morna!

No trajeto você também poderá conhecer o Projeto Tamar - que visa proteger as tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil.  Você também pode ter acesso à lagoa através de Mountain Bike, a cavalo ou até mesmo a pé.
As praias desertas da Baía Formosa distam apenas 60 km da badalada praia de Pipa.

Comece desde já se programando, fazendo suas reservas de passagem e hotel, e montando sua programação durante o tempo que estará visitando este lugar considerado pelos turistas como imperdível!

Citamos acima o Projeto Tamar e vamos falar um pouco mais sobre ele cujo trabalho não poderia ficar restrito às tartarugas, pois uma das chaves para o sucesso desta missão seria o apoio ao desenvolvimento das comunidades costeiras, de forma a oferecer alternativas econômicas que amenizassem a questão social, reduzindo assim a pressão humana sobre as tartarugas marinhas.

As atividades são organizadas a partir de três linhas de ação: conservação e pesquisa aplicada, educação ambiental e desenvolvimento local sustentável. Desde o início, o Projeto desenvolve técnicas pioneiras de conservação e desenvolvimento comunitário, adequadas às realidades de cada uma das regiões onde mantém suas bases.

Ao proteger as tartarugas, promove também a conservação dos ecossistemas marinho e costeiro e o
desenvolvimento sustentável das comunidades - estratégia de conservação conhecida como espécie-bandeira ou espécie-guarda-chuva.

Além das atividades de conservação dos ecossistemas marinhos, o Tamar se destaca também pelo trabalho de pesquisa, aumentando o nível de conhecimento sobre as populações de tartarugas marinhas. Os resultados obtidos são apresentados em congressos nacionais e internacionais, simpósios e workshops, e veiculados em jornais e revistas científicos.

Por meio de convênios e protocolos de cooperação técnico-científico com universidades brasileiras e estrangeiras, o Tamar realiza programas de estudos prioritários para conhecer melhor o ciclo de vida das tartarugas marinhas. Entre eles destacam-se telemetria por satélite e padrões genéticos em áreas de desova e não reprodutivas, além de pesquisa de medidas mitigadoras para diminuir a captura incidental na pesca.

Conheça melhor o trabalho do Projeto Tamar, participe e ajude a divulgá-lo!

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A BANALIZAÇÃO DO ERRO!

São 17h30mim. Érika está voltando para casa após um longo dia de trabalho. No ônibus ela lembra que se esqueceu – mais uma vez - de preparar e enviar o relatório semanal para outra área - o seu cliente interno.

Sua primeira reação é de incômodo. Após alguns minutos chateada, ela pensa:

- “Não tem problema, amanhã eu envio. Eles nunca leem este relatório mesmo”.

Já reparou que muitas pessoas banalizam os seus erros? Por que isso acontece? Poderíamos pensar em inúmeros fatores para responder a esta questão. Elenco dois que considero extremamente importantes:

- Diminuímos a importância do nosso erro para não sermos protagonistas do problema.
- Atingimos um nível tão baixo de motivação, ficamos estressados ou não conseguimos lidar com a sobrecarga de trabalho que começamos a não nos importar mais com algo que nos incomodava no passado.

Claro que ter uma reação positiva perante um erro é fundamental. O desespero limita nossa capacidade de agir de forma assertiva. Entretanto, isso é diferente de não dar a real importância para o que acontece a nossa volta.

Érika não pode se acostumar a cometer erros e precisa assumir com maturidade o problema, tomando as medidas necessárias para resolvê-lo. Para isso, será importante que ela reflita sobre alguns pontos muito importantes:

"Quais os motivos da minha baixa motivação e que fazem com que eu não me importe mais com os erros que cometo"?

“Por que e quando o meu trabalho se tornou irrelevante para o meu cliente"?

“O que eu posso fazer para me sentir mais útil na empresa em que atuo"?

São questões de sobrevivência como essas que ela precisará responder caso deseje aumentar a sua permanência na empresa em que atua.

Não há mais espaço nas organizações para profissionais que não enfrentam com maturidade os seus erros e que não se comprometem com o seu trabalho.

Precisamos sim nos incomodar com os erros que cometemos e demonstrarmos comprometimento na resolução. Somente assim aprenderemos de fato com as adversidades. Fingir que um erro não existe, achar que ele é normal ou encontrar culpados e desculpas não nos tornará pessoas e profissionais melhores.

Por Denise de Moura
dicas infalíveis

Hoje vamos falar sobre a instituição Visão do Bem que tem como objetivo ajudar deficientes visuais a superar barreiras, limitações e por vezes, o preconceito.

A ideia nasceu das dificuldades que seu presidente fundador, Natanael Joaquim, vivenciou na juventude e, inspirado por Maria de Lourdes F. Joaquim, uma pessoa muito sensível, guerreira e com senso de justiça inigualável, deu vida a esta organização que vem iluminando o caminho de muitos deficientes visuais (DV) através da música.

Atualmente a ONG atende 14 pessoas que superaram dificuldades, transpuseram barreiras, acreditaram num sonho e formaram o Coral Visão do Bem, provando que a felicidade é real e que quando o sonho passa a ser um objetivo ele pode ser alcançado.

A organização também oferece ajuda médica, psicológica, educacional e jurídica, entre outras.

"Queremos mostrar que somos iguais, com capacidade de realizações".
(Natanael Joaquim)

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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Planejamento, Gerenciamento, Monitoramento de Mídias Sociais & Responsabilidade Social
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

PESSOAS MELHORES PARA UM MUNDO MELHOR!


Sonhamos com um mundo melhor, mais fraterno, pacífico, ecológico, democrático, para nós e nossos filhos. Mas, estamos sendo pessoas melhores e estamos educando filhos melhores para este mundo novo? Ou seguimos fazendo escolhas que nos mantém com os dois pés no mundo velho enquanto ano a ano renovamos nossos votos num mundo melhor que só existe, na verdade, em nossas utopias, mas que não nos dispomos a por em prática?

Tendemos a julgar os outros por nós, para o bem e para o mal. Se desejamos e escolhemos um mundo melhor, sustentável, imaginamos que os outros também estão tendo a mesma percepção e propósito. O problema de pensar assim é não tomarmos as precauções contra oportunistas, gananciosos, egoístas, por não imaginar, em nossas utopias, que tais pessoas possam existir, e pode ser tarde demais ao descobrir que a realidade pode ser bem mais cruel e perversa do que sonha nossa imaginação.

O ‘Profeta’ Gentileza repetia a frase ‘gentileza gera gentileza’ que alguns tomam ao pé da letra, como
se fosse possível a mudança de fora para dentro. A frase do ‘profeta’ é um desejo e não uma revelação de como as coisas funcionam na prática.

Uma pessoa gentil, generosa tende a imaginar e mesmo a gostar da ideia de viver num mundo onde as pessoas são gentis e generosas também. O mundo se torna cor de rosa. A verdade é bem diferente. O mundo não é cor de rosa muito menos em branco e preto, mas está mais para o cinza, onde as cores estão todas meio misturadas.

Seria bom demais se a gentileza, o amor, tivessem este poder de mudança de fora para dentro, se ao sermos generosos e amorosos conseguíssemos tornar também as outras pessoas generosas e amorosas. Infelizmente, não é assim que acontece no mundo real. Pessoas egoístas, mesquinhas, gananciosas só tenderão a se tornar ainda mais folgadas e se aproveitarão ainda mais da situação se não encontrarem resistência.

E sequer sofrem qualquer impeditivo moral pois usam da inteligência para justificarem seu ato de predação contra o outro. Podem justificar seu ato mau com a ideia de estar fazendo uma espécie de justiça ao tirar de quem tem e que deveria dar a quem não tem, mas por ser egoísta prefere guardar tudo para si. É uma inversão de valores. Outros pensam que quem rouba de ladrão tem mil anos de perdão. Então, basta imaginar que o outro não é tão certinho assim, e que no fundo no fundo, rouba também, só que não foi descoberto ainda, para tirar dele e perdoar-se. Pessoas oportunistas, quando acham alguma coisa, não devolvem, e mesmo quando tem a chance de descobrir o dono, como um celular, por exemplo. Justificam-se dizendo que quem perdeu foi relaxado.

O primeiro cuidado que devemos ter com gente assim é identificar logo essas pessoas e tratar de nos defender delas, por que é só uma questão de tempo para que nos causem danos. Se estiver disposto a apostar numa mudança, faça, mas tome os devidos cuidados, pois quem brinca com fogo corre o risco de se queimar. O segundo cuidado, é nós próprios não produzirmos gente assim ao sermos permissivos ou negligentes na educação das crianças sob nossa responsabilidade.

Muito antes de uma violência, ou prejuízo acontecer, são emitidos sinais de alerta, mas tem gente que prefere fazer de conta que não está vendo, ou escolhe não fazer nada para ‘não se aborrecer’, até que pode ser tarde demais.

Isso ocorre tanto nas relações familiares quanto na vida em sociedade. A violência não explode de uma hora para outra. Ela sinaliza antes. Tanto a violência quanto a paz não ocorrem por um acaso, mas resultam de escolhas. A paz não é fruto das armas, mas da justiça. Pessoas acostumadas a explorar umas às outras, tenderão a chantagear, a reagir com violência quando, por alguma razão, forem impedidas de continuar com a exploração.

O primeiro passo para acabar com as injustiças de um contra o outro, seja numa família ou numa sociedade, é tomarmos consciência de que não é natural que seja assim, muito menos é natural que continue sendo.

Quanto mais cedo se detectar em crianças e adolescentes a possibilidade de se tornarem potenciais adultos folgados e violentos, maior deverá ser o empenho dos adultos de hoje, enquanto podem e tem forca, em estabelecer limites e educar para a generosidade, a honestidade, a gentileza. Por que depois que crescem, as crianças e adolescentes poderão se tornar em adultos de difícil trato, um perigo para si e para os outros.

Impor limites é também uma forma de generosidade e amor, por mais que seja difícil dizer não. Descobrir uma pessoa gananciosa e folgada é muito fácil. Basta ser generosa que elas são atraídas como mariposas diante da lâmpada acesa. Para saber o quanto são gananciosas e folgadas basta apagar a luz, ou seja, deixar de ser generoso, cobrar algo delas, pedir ajuda, exigir contrapartidas e elas ou se afastam ou tentam obrigar o generoso a abrir novamente a bolsa, seja fazendo-se de vitima, e alguns apelando até para a violência.

Como estelionatários emocionais, pessoas gananciosas e folgadas podem se fingir de gentis e generosas até ganhar a confiança do outro, ou reconquistar a confiança perdida. Tendem a reivindicar direitos e arranjarem desculpas para não cumprir deveres.

Pessoas gentis e generosas só costumam perceber isso quando já é bem tarde, às vezes tarde demais, quando já perderam dinheiro, saúde, equilíbrio emocional, a confiança no outro e, nos casos mais graves, a própria vida. O mais cruel é que o carrasco pode estar ao lado, ser alguém que a gente ame, e que ame desde pequeno.

Escandalizamo-nos quando ouvimos notícias de netos e filhos que matam pais e avós por interesse nos bens. Quase sempre a desculpa mais óbvia são as drogas ou as más companhias. Entretanto, os verdadeiros motivos podem ser outros. Ninguém nasce ou fica folgado ou ganancioso – ou gentil e generoso – de uma hora para outra. Requer anos de prática.

Os adultos de hoje educam os adultos folgados, gananciosos e violentos de amanhã quando não deixam que crianças ou adolescentes tenham de fazer alguma obrigação ou tarefa doméstica ou assumir responsabilidades que os afastem do prazer da brincadeira ou da preguiça, delegando tudo para empregados ou para os pais e avós.

Educam chantagistas quando escolhem não contrariar as crianças e adolescentes e cedem às lágrimas, à pirraça, aos gritos, às ameaças. Educam gananciosos quando substituem afeto por presentes materiais, dão dinheiro sem contrapartida, não punem quando pegam o que não lhes pertence sem autorização dos donos.

Educam violentos quando ensinam que a violência se justifica quando estamos com raiva ou quando queremos que alguém faca alguma coisa que não quer fazer. Educam os adultos folgados, gananciosos e violentos de amanhã quando não querem ter o trabalho de se aborrecer para impor limites com as crianças e os adolescentes de hoje.

Educam maus cidadãos quando desmerecem o trabalho voluntário e a solidariedade, criticam os políticos como se nenhum prestasse, quando são bons em exigir direitos e péssimos em cumprir deveres, quando estimulam o consumismo e o desperdício. Se desejamos um mundo melhor amanhã, precisamos começar agora mesmo, praticando com as nossas crianças e adolescentes.

Por Vilmar Sidnei Demamam Berna
Responsabilidade Social

E quando o assunto é Educação não podemos deixar de falar do Projeto Âncora, fundado em setembro de 1995 e que oferece Creche para crianças de 3 a 5 anos, Ensino Fundamental I para estudantes de 6 a 10 anos de idade e atividades complementares, para um público de até 15 anos, com aulas de circo, skate, artes, música, esportes, informática, culinária, entre outros.  

Em 2012, foi realizado o antigo sonho do fundador do Projeto Âncora: inaugurar uma escola de ensino fundamental com uma inovadora filosofia educacional, inspirada na Escola da Ponte de Portugal, trazida pelo Professor José Pacheco, para somar esforços às atividades já realizadas. O próximo passo, já em desenvolvimento, é expandir essa experiência para além dos muros da entidade, para que o espaço de aprendizagem de crianças, adolescentes e adultos seja ampliado para toda a cidade.

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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Planejamento, Gerenciamento e Monitoramento de Mídias Sociais & Responsabilidade Social


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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A PARCERIA NECESSÁRIA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA!

Cada vez mais se torna importante o diálogo em família, entre pais e filhos, para que estes cresçam não apenas em estatura, mas, também, em sabedoria.

A palavra “sabedoria” tem diversas acepções indicadas nos dicionários. Entre elas, estão as de “grande conhecimento” e “erudição”; e, também, as de “esperteza”, “astúcia”, “manha”; não são essas as que pretendo no enfoque deste texto; não necessariamente.



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Aqui, me valho das acepções: “prudência”, “moderação”, “temperança”, “sensatez”, “reflexão”. Vejam quanta riqueza contida numa só palavra: “sabedoria”.

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E, também, quantas pistas para a condução das nossas conversas, das nossas posturas, das nossas ações com os filhos. Há uma relação intrínseca entre essas cinco palavras. Para definir uma, usam-se, por vezes, uma ou mais das outras; ou seja, uma é inerente à outra. No entanto, percebe-se claramente que há distinções objetivas entre elas, cada uma refletindo uma característica peculiar de uma formação sólida, de uma personalidade forte, de um caráter moralmente idôneo.


Caráter, personalidade, moral, ética, entre outras expressões-chave, formam e definem um todo sistêmico que constitui o arcabouço para uma formação sadia, forte, resiliente, em outras palavras, inteligente e virtuosa.

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Esse arcabouço se constrói paulatinamente durante o processo de formação da criança, do jovem, e, não tenhamos dúvidas, do adulto também. Vivemos nos construindo e nos reconstruindo. Ainda bem que é assim. Isso nos permite renovar, enfrentar novos desafios, procurar novas oportunidades, enfim, viver plenamente!

Essa construção, essa reconstrução, são, então, permanentes. No caso das crianças e dos jovens, eles
dependem, para isso, dos adultos com quem convivem em casa, na escola, no clube, no condomínio, ou seja, dos pais, dos demais familiares, dos professores, assim como dos amigos.

Epa! Chegamos num ponto importante: os amigos. E as perguntas são inevitáveis. Quem são os amigos dos nossos filhos? Nós os conhecemos? Quem são seus pais? Nós os conhecemos? Qual o tipo de influência que esses amigos têm em relação aos nossos filhos? São perguntas para as quais precisamos ter respostas positivas. São respostas que se obtêm através da proximidade e do diálogo; principalmente do diálogo constante.


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Adote seu filho antes que um traficante o faça. Todos conhecemos essa frase. É assustador imaginar que o nosso filho, a nossa filha, possam estar sob a influência de um traficante. Entretanto, isso é algo possível nos dias de hoje, tal a organização desses cartéis que se espalham pelo mundo e pelo país afora.

O exemplo de vida é, sem dúvida, um meio eficaz para inspirar pessoas. Muitas vezes, nós pais acreditamos que só o nosso exemplo de vida basta para que, como que por osmose, os nossos filhos se contagiem e sigam uma vida correta e digna; e isso, infelizmente, se dá cada vez menos, devido à vida agitada, apressada, por vezes conturbada que esta sociedade atual nos oferece e exige, dificultando a regularidade nas relações familiares; muitas vezes, portanto, o exemplo apenas não basta.

"REPÚBLICA PARA IDOSOS" ALIVIANDO A SOLIDÃO DA TERCEIRA IDADE!


A “presença” é um valor importantíssimo para a boa formação das crianças e dos jovens. Não se trata, entretanto, de qualquer “presença”. Trata-se de uma “presença significativa”, que estabelece uma relação de confiança e transparência, que pratica a escuta ativa, que estimula a comunicação e as dimensões do cuidado e da ternura, enfim, que fortalece vínculos e é marcada por uma aproximação atenta e acolhedora.

Não é fácil criar filhos hoje. Nunca foi. As dificuldades atuais é que são diferentes das dos nossos pais. A cada tempo, houve os problemas inerentes à época.  Acrescentem-se, agora, as redes sociais no campo das relações, com seus pontos positivos e negativos, as drogas lícitas e as ilícitas que grassam entre os jovens sem distinção de classe social, sexo, cor, religião. Cremos, com frequência, que os problemas do álcool e da droga só acontecem com os outros; nunca com os nossos filhos. Até que….acontece.

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A família é o porto seguro que lastreia todas as nossas posturas e ações. Daí, reforço, a importância do diálogo constante dentro da família para que as crianças e os jovens se sintam fortalecidos para enfrentar os desafios que a vida, inevitavelmente, lhes trará. Façamos com que eles estejam preparados para dizer “sim” ao que é saudável e corretamente ético, e “não” àquilo que não agrega valor à vida, que denigre, que desestrutura.

Por isso, e por muito mais, a necessidade da parceria da família com a escola; esta procura fazer a sua parte. Confiem na sua escola. Confiem nos educadores que trabalham diariamente com seus filhos.

Procurem sempre conversar com os educadores; não apenas quando são chamados(as). Os meninos e as meninas adoram perceber que seus pais têm e demonstram ter interesse no seu aproveitamento escolar e nos seus relacionamentos (embora nem sempre demonstrem isso).

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É nosso desejo que esses nossos tesouros cresçam não apenas em estatura, mas, também, e, principalmente, em sabedoria, esta caracterizada pela prudência, pela moderação, pela temperança, pela sensatez e pela reflexão.

E não nos esqueçamos de formá-los para o amor a Deus, seguindo sempre os ensinamentos de Jesus Cristo e os exemplos de Maria, animados pelo Espírito Santo, para que sejam bons cristãos e virtuosos cidadãos. 

Roberto Gameiro
Responsabilidade Social


O nosso projeto em destaque de hoje é o "Projeto Semente" , uma organização não governamental que busca debater as questões ambientais através da cultura, ensinando as comunidades e interessados como criar  bonecos temáticos a partir do descarte das empresas têxteis da região, revelando a vida, em uma busca constante de  maior participação da arte no cotidiano de todos. "A arte meche com a estrutura do ser humano, ela desenvolve a delicadeza que costumamos esquecer ao longo dos anos", afirma sua fundadora. Acesse e conheça mais este bonito trabalho!

SÍNDROME DA SEGUNDA-FEIRA!



Ana Porto/Sergio Honorato
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

QUAL SERIA SUA IDADE SE NÃO SOUBESSE QUANTOS ANOS VOCÊ TEM?

Idoso ou Velho, eis a questão! 
Tudo depende da atitude que você tem diante da vida, daquilo que você alimenta dentro de você!

No Dia do Idoso a homenagem do Nit Portal Social a todos aqueles a quem, independentemente de idade, devemos amar, acolher, cuidar e respeitar!

Fica uma reflexão:


"Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade. A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho, e há o velho que ainda nem chegou a ser idoso. 

Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme. 

Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina. 

Você é idoso quando pratica esportes, ou, de alguma outra forma, se exercita. É velho quando apenas descansa. 

Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse. 

Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada. 

Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens. 

O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram. 

Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado. 

O idoso se renova a cada dia que começa. O velho se acaba a cada noite que termina. 

O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades. 

O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre com o que o aproxima da morte. 

O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade. 

O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. 

As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura. 

Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração. 

A vida, com suas fases de infância, juventude e madureza, é uma experiência constante. Cada fase tem seu encanto, sua doçura e suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos, guardará a jovialidade de um homem sábio. 

Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.”

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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