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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

5 MOTIVOS PARA ADERIR AO PLANTIO DE ÁRVORES COM UM SIMPLES SELO NO WEBSITE DE SUA EMPRESA!

O termo sustentabilidade é usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Neste cenário, o plantio de árvores, por exemplo, é uma das alternativas mais simples e benéficas que podem garantir um futuro mais verde e, claro, qualitativo.

Para aqueles que possuem um site na internet, seja da empresa onde trabalha ou até mesmo um blog pessoal, já é possível plantar árvores em prol da neutralização do CO2 emitido pelos servidores que o hospedam. Tudo isso através da GreenClick, um Selo de Certificação Sustentável que viabiliza essa prática de maneira muito fácil e prática. Saiba como funciona.

Confira cinco motivos para aderir ao plantio de árvores através do Selo GreenClick:

1 – Aquecimento global – Uma árvore pode durar aproximadamente 4800 anos e em apenas em um ano, inala em média 12 kg de CO2 e exala oxigênio suficiente para uma família de 4 pessoas, durante 12 meses. O plantio de árvores é uma das principais recomendações de especialistas para combater o aquecimento global. Elas “sequestram” o CO2 (dióxido de carbono) e refrescam a atmosfera.

2 – Desertificação – As árvores estabilizam o solo nas zonas áridas e podem evitar que o vento leve embora a camada superior com nutrientes, prevenindo a desertificação.

3 – Água – Regiões desmatadas não conseguem absorver nem 10% da água da chuva, enquanto uma árvore adulta pode absorver até 250 litros de água, evitando que enchentes ocorram. Além disso, as raízes reforçam os solos e as folhas dispersam o fluxo da água. Um ambiente florestado faz com que a chuva não caia torrencialmente, assim a água penetra no solo e abastecem rios e córregos.

4 – Comunidades – As árvores e outras formas de vegetação protegem e dão força à vida comunitária. Elas fornecem produtos comerciais, lenha, alimento, fibras, resinas e frutos e garantem a vida de milhares de agricultores em suas comunidades.

5 – Qualidade de vida -  Elas também garantem a descontaminação da atmosfera, nutrição para plantações e oferecem sombra. Considere que muitas cidades recebem indicações de “melhor lugar para se viver” devido à ruas e locais arborizados e um ambiente mais verde.

Com essa simples iniciativa você pode ser um agente transformador do planeta. Basta começar!

Por Flávia Pini
Responsabilidade Social

E já que o assunto é plantio de árvores a organização por nós escolhida neste artigo foi a Fundação SOS Mata Atlântica cujo ideal de conservação ambiental da entidade, criada em 1986, associa-se ao objetivo de profissionalizar pessoas e partir para a geração de conhecimento sobre o bioma. A proposta representa também um passo adiante no amadurecimento do movimento ambientalista no país.

A história da Fundação SOS Mata Atlântica foi construída através da mobilização permanente e da aposta no conhecimento, na educação, na tecnologia, nas políticas públicas e na articulação em rede para consolidação do movimento socioambiental brasileiro.

Conheça mais deste trabalho acessando o site da SOS Mata Atlântica.

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

PRECISANDO INVESTIR EM SUA CARREIRA?

Nosso país vem passando por momentos de turbulência no que diz respeito a sua economia e crise na política. E isso está refletindo na empregabilidade dos brasileiros.

Diariamente tomamos conhecimento de empresas que encontram como solução para seus problemas financeiros a reestruturação, leia-se demissão, de parte ou grande parte de seus funcionários.

Estas demissões criam um efeito cascata, onde acaba por ocasionar reflexos em outros setores como educação, alimentação, saúde etc das famílias brasileiras. Assim sendo, é impossível se prever o que pode acontecer nas próximas 24 horas na área de Recursos Humanos.

De acordo com especialistas em RH será necessário os profissionais agregarem conhecimentos se capacitando cada vez mais, pois o mercado de trabalho diante de tanta oferta de mão-de-obra está se tornando mais seletivo. 

Mas com dinheiro curto como fazer? 

Em primeiro lugar procure acrescentar novos conhecimentos dentro da área que você já traz experiência de trabalho (estamos partindo do princípio que você ama aquilo que faz) e hoje existe um universo de CURSOS ONLINE, de preço acessível, mas com sólidos conteúdos, que podem lhe ajudar a se destacar no mercado de trabalho, além de serem vantajosos nos seguintes aspectos:
- Proporciona maior tempo livre para o estudo
- Mais possibilidade de cursos em um só lugar
- Complementa seu currículo
- Menor custo
- Oferece aprendizado que pode lhe valer para outras áreas
- Flexibilidade na escolha do lugar e da hora do estudo

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Ohio nos Estados Unidos, um dos fatores preponderantes para o sucesso de um e-aluno são a capacidade de automotivação, disciplina e voluntariedade. O ideal é que, ao optar por um curso online, ele estabeleça um programa de estudo.
Uma outra pesquisa realizada pelo e-Learning Brasil diz que entre os alunos que decidem fazer cursos online se destacam aqueles que buscam o desenvolvimento pessoal, aumento de empregabilidade, promoção de cargo e/ou aumento salarial, ou seja, a busca pelo autodesenvolvimento e autonomia para impulsionar a carreira.

Começou a se interessar pelo assunto? Vamos lhe dar uma "mãozinha" e ajudá-lo a fazer uma ótima opção! 

Um aspecto muito importante na escolha é que a empresa que oferece os cursos seja mantenedora da ABED (Associação Brasileira de Educação à Distância). E pesquisando este universo imenso de cursos online um me chamou a atenção, por sua faixa de preços (de R$30,00 a R$89,00) e que tem a credibilidade deempresas parceiras como Petrobrás, Bradesco, Fiat, Natura, LG, Gerdau, Uol, Dell, Tim, Itaú etc.: 


CURSOS 24 HORAS, fundado no ano de 2002 com a missão de levar educação de qualidade ao maior número de pessoas e desde então já qualificou mais de 120 mil alunos em diversas regiões do Brasil.

Veja só que interessante! 
Após matriculado e iniciado o curso escolhido não existe compromisso com dias e horários pré-
fixados e nem prazo mínimo ou máximo para conclusão do mesmo, cabendo ao aluno a decisão do ritmo de estudo e, consequentemente, o término do mesmo. É disponibilizado ao aluno material didático que pode ser impresso e uma equipe de tutores para tirar suas dúvidas. Cada curso é composto de dois módulos e uma avaliação ao final de cada um deles.

Terminou seu curso? Foi aprovado? Então é só imprimir uma cópia do certificado disponibilizado no próprio site enquanto o original está sendo enviado para você pelo Correio, sem custo adicional.

E quer ainda mais vantagem? Este certificado é válido e pode constar em seu Currículo e ser utilizado em Concursos Públicos, Prova de Títulos, Universidades etc.

Daremos destaque aqui aos cursos mais procurados:

 

Não se interessou por nenhum desses? Então encontre  abaixo sua área de interesse/atuação:



Viu só? Em tão pouco tempo e você encontrou aquilo que tanto buscava para seu crescimento profissional! Faça sua escolha e comece agora a plantar mais CONHECIMENTO à sua carreira, pois esse é o melhor caminho para o SUCESSO!

E quando o assunto é Educação e Capacitação não poderíamos deixar de citar o Instituto ProA, voltado para população de baixa renda, que foi  fundado em 2006 por um grupo de empresários que se reuniu com um sonho em comum: ajudar jovens com poucas oportunidades a conquistarem o primeiro emprego e a se tornarem donos de suas próprias vidas.

CURSOS ONLINE  COM CERTIFICADO DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS!


Os jovens chegam ao Instituto com sonhos tímidos. Essa é uma situação que muda rapidamente durante o desenvolvimento do programa.

Por meio de um intenso trabalho comportamental e técnico, a instituição vem ampliando a perspectiva de jovens em relação à sua realidade e à ideia de futuro. Um dos resultados mais expressivos da iniciativa é a taxa de empregabilidade alcançada entre os milhares de jovens atendidos, que hoje ultrapassa os 70%.

Mais do que ajudar na conquista do primeiro emprego, o ProA transmite aos alunos princípios sólidos, vontade de vencer e a certeza de que, com esforço, garra e resiliência, tudo é possível. O resultado para os jovens é a conquista de sonhos maiores e mais ambiciosos e a constatação de que se tornam efetivamente realidade.

Então, animado com tudo que leu por aqui? É só clicar na imagem abaixo, fazer sua inscrição e aumentar seu conhecimento. Este ainda é o melhor caminho para sua independência profissional! 


Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores

https://www.facebook.com/nitportalsocial                        
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

É CHIQUE SER SUSTENTÁVEL!

"Viajando" neste universo sem limites que é a internet me deparei com este artigo, que embora faça referência ao ano de 2010, acredito estar bastante condizente com os dias atuais. Tentei buscar esta pesquisa com dados mais atualizados no tocante aos aspectos citados neste artigo, mas não encontrei nada a respeito. O motivo que nos leve a fazer esta postagem é contribuir com a conscientização das pessoas e empresas quanto a necessidade de exercitarem a SUSTENTABILIDADE em seu dia a dia.

"Os valores dos consumidores estão mudando em todo o mundo, e isso tem se refletido em seu comportamento diante dos produtos, das marcas e das empresas. “Há uma nova tendência, e espero que não seja passageira: as causas sociais são a nova forma de status”, declara Mitch Markson, diretor global de Criatividade e Consumo da agência de Relações Públicas Edelman.

Markson fez essa afirmação durante a apresentação, em São Paulo, da terceira edição da pesquisa Good Purpose, realizada pela Edelman em dez países (Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Inglaterra, Itália e Japão). O estudo é realizado anualmente com o objetivo de saber como as ações de responsabilidade social e ambiental afetam os negócios das empresas. A pesquisa ouviu cerca de 6000 pessoas entre 18 e 64 anos — consumidores comuns, e não líderes de opinião (...)

Uma das mudanças de valores mais significativas é que encontrar felicidade em consumir parece fazer parte do passado. “Agora, mais é menos”, diz Markson, baseado nos dados da pesquisa. “Apenas 16% dos consumidores ouvidos neste ano disseram encontrar satisfação em fazer compras. No ano passado, eram 25%. Entre os consumidores brasileiros, a diferença é ainda maior: 29% disseram encontrar satisfação em ir às compras em 2008, enquanto este ano foram apenas 14%”, revela Markson.

Causas sociais e ambientais motivam o consumidor

Entre as maiores preocupações dos consumidores, tanto no Brasil quanto no mundo, estão: proteger o meio ambiente, aumentar a qualidade dos serviços de saúde, reduzir a pobreza, amenizar a fome e a falta de moradia e que todos tenham oportunidades iguais na educação.

Muitos dados da pesquisa mostram que os consumidores reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e empresas que as praticam. Eis a síntese de alguns números, que revelam duas tendências: as porcentagens de resposta positiva são invariavelmente superiores às do ano passado, e os índices brasileiros são sempre mais altos que a média mundial:

- 81% dos consumidores brasileiros recomendariam uma marca que apóia uma boa causa (média mundial: 64%).

- 82% dos consumidores brasileiros ajudariam uma marca a promover seus produtos se houvesse uma boa causa por trás deles (média mundial: 59%).

- Entre dois produtos com preço e qualidade semelhantes, 71% dos consumidores brasileiros escolhem um deles pela causa social (média mundial: 43%). O segundo fator que pesa na escolha, no Brasil, é design e inovação, com 18% (média mundial: 34%).

- 75% dos consumidores brasileiros disseram ter comprado, no último ano, um produto de uma marca que apóia uma boa causa, mesmo que não fosse o mais barato (média mundial: 61%)

- Se o preço não fosse um fator determinante, 80% dos consumidores brasileiros prefeririam um carro híbrido, e apenas 20%, um carro de luxo (médias mundiais: 67% e 33%, respectivamente); 79% iriam preferir uma casa ambientalmente correta, e 21%, uma casa grande (médias mundiais: 70% e 30%, respectivamente).

- 76% dos brasileiros têm uma opinião melhor sobre empresas que integram as boas causas aos seus negócios, independentemente dos motivos pelos quais o fazem (média mundial: 59%).
- 89% dos consumidores brasileiros dizem esperar que as marcas façam algo para apoiar uma boa causa (média mundial: 64%)

- 75% dos brasileiros procuram marcas que façam mais do que apenas oferecer um bom produto ou serviço (média mundial: 58%)

- 86% dos consumidores brasileiros querem que as marcas os ajudem a fazer uma diferença positiva no mundo (média mundial: 63%).

- 83% dos brasileiros mudariam de marca se outra marca, de qualidade semelhante, apoiasse uma boa causa (média mundial: 67%)

- 67% das pessoas no Brasil conhecem marcas que apoiam boas causas por meio de seus produtos e serviços. Em 2008, esse número era de 50%.

De acordo com Mitch Markson, os brasileiros revelaram-se os mais otimistas e os que demonstraram mais compaixão entre os consumidores ouvidos na pesquisa; os japoneses foram os mais céticos. No Brasil, 64% disseram estar pessoalmente envolvidos no apoio a uma boa causa, enquanto a média mundial foi 52%.

Um número tão acima da média talvez seja explicado pelo conceito abrangente de “boa causa” compreendido pelos brasileiros, segundo Letícia Lyra, diretora de Consumo e Saúde da Edelman Brasil. “Os brasileiros consideram como envolvimento em boas causas não só ações como trabalho voluntário, mas até a doação de dinheiro ou de uma cesta básica”, afirma Letícia. “Mas, os dados mostram que os brasileiros têm vontade de se engajar em alguma causa, e comprar um produto que apoie uma causa social talvez seja reflexo disso.”

Eles falam, mas eles fazem?

Índices tão altos de sensibilidade a causas sociais e ambientais, tanto no Brasil como no mundo,
geram uma dúvida: os consumidores não estariam simplesmente declarando os valores em que acreditam, e não seu comportamento? Em outras palavras, disseram o que gostariam de fazer quando vão às compras, e não o que realmente fazem? Muitas pesquisas sobre o comportamento do consumidor, como algumas do Instituto Akatu, mostram que existe essa distância entre falar e fazer. Além disso, há pouca informação disponível ao consumidor sobre os atributos de sustentabilidade dos produtos, mostrando quais seus impactos sociais e ambientais positivos, tornando difícil transformar a intenção em atitude.

Para Mitch Markson, esses índices altos devem ser compreendidos como uma “janela”. “Certamente há uma porcentagem dessas pessoas que falam, mas não fazem”, acredita. “Mesmo assim, esses índices são bastante significativos.” Um dos dados da pesquisa Good Purpose mostra que pelo menos a preocupação com os temas da sustentabilidade já chegou ao cotidiano das pessoas. No Brasil, 78% declararam sentir que está se tornando cada vez mais inaceitável, em sua comunidade, não se esforçar para mostrar preocupação com o meio ambiente ou para ter um estilo de vida mais saudável.

Em relação à falta de informações sobre os produtos, Markson ressalta que ela é real, mas não determinante: “para apoiar as boas causas sociais e ambientais, o consumidor faz sua escolha baseado na marca, e não no produto”. Ele destaca, entretanto, que há uma enorme oportunidade para que as informações sobre os impactos sociais e ambientais do produto sejam destacados. “Os consumidores têm de ser lembrados o tempo todo sobre os atributos do produto, desde a publicidade até o ponto de venda. Dessa forma, podem ter mais ação na hora da compra, transformando valores em atitude”, acredita Markson.

A nova era da Responsabilidade Social Mútua

Diante da postura dos consumidores revelada pela Good Purpose 2009, Mitch Markson avalia que a grande pergunta para as empresas é: “como dar mais sentido à experiência de compra?” Uma das conclusões da pesquisa é que o consumidor espera que as marcas tenham um papel cada vez maior no envolvimento com questões sociais e que as empresas deem cada vez mais atenção tanto aos seus negócios como às necessidades da sociedade.

Markson acredita que a Responsabilidade Social Empresarial deve agora se tornar a Responsabilidade Social Mútua. “No passado, a Responsabilidade Social Empresarial dizia como as empresas tinham de fazer o bem. Agora, a Responsabilidade Social Mútua é sobre o que podemos fazer juntos — empresas, marcas, consumidores, governos”, explica. “Não se trata de assinar um cheque, mas de ter um compromisso permanente e sustentável transformando-se em uma relação entre empresas e consumidores.”

Além de assumir esses compromissos, as empresas devem contar isso ao consumidor: 81% dos brasileiros não vêem problema se as empresas fizerem propaganda de suas causas sociais. “Mas, as empresas devem compartilhar o que estão fazendo, e não se gabar”, enfatiza Markson. “Se fizerem isso de maneira sustentável, terão a aprovação dos consumidores. Se fizerem apenas por ‘marketing verde’, não terão.”

Por Fátima Cardoso
Agência Envolverde

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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Planejamento, Monitoramento, Gerenciamento de Mídias Sociais & Responsabilidade Social para Empresas

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