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quinta-feira, 14 de abril de 2016

AS DIFICULDADES NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE QUALIDADE!

Apenas em meados do século XX, é que a escolaridade básica no Brasil começa a se expandir, ainda que lentamente. Tal situação decorre do fato de que a escolarização foi, por muito tempo, privilégio das elites, pois – apesar da existência de algumas propostas educacionais, segundo documentos e estudos realizados – não havia uma política inclusiva da população em geral, na escola. (GATTI; BARRETO, 2009)





TESTE SUA PERCEPÇÃO E AGILIDADE VISUAL!


A educação especial, principalmente àqueles portadores de deficiência, até a década de 70, era realizada apenas em locais especializados e por consequência os educandos eram restritos. Tinham baixa expectativa de vida e as famílias habitualmente costumavam manter crianças com necessidades especiais em casa.

Essa área é eleita como prioritária no Plano Setorial de Educação e Cultura 1972/1974 e, em consequência, foram fixados objetivos e estratégias voltadas para esse campo educacional. (BRASIL, 1977)
(...)
Porém o processo teve passos lentos e sem adequações prévias necessárias chega-se ao século XXI com a educação ainda dividida em modalidades.

ECONOMIZANDO: CARTUCHO NOVO OU REMANUFATURADO?


Até o início do século XXI era conhecida a educação nas modalidades regular e especial. Surge então, uma proposta de uma educação especial, dentro de uma escola regular, partindo do princípio que todo aluno pode ter alguma necessidade especial em algum momento da vida escolar.

A educação inclusiva objetiva educar todas as crianças em um mesmo contexto escolar, convivendo com as diferenças com sentido de diversidade. Ao refletir sobre a abrangência do sentido e do significado do processo de Educação Inclusiva, estamos considerando a diversidade de aprendizes e seu direito a equidade. Trata-se de equiparar oportunidades, garantindo-se a todos, inclusive às pessoas em situação de deficiência e aos de altas habilidades / superdotados, o direito de aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver. (CARVALHO)
A Educação Inclusiva surgiu, tornou-se lei e por fim vem a prática no cotidiano das escolas, entretanto para haver uma real educação inclusiva, uma estreita e significante inclusão, é necessário, a princípio, profissionais capazes de trabalhar com as diferenças e ter uma boa formação para haver uma produção de qualidade. Formar professores capazes de incluir, torna-se o desafio para a inserção da educação inclusiva. Pois não é necessário simplesmente formar o profissional como este também deve manter-se em constante aperfeiçoamento. Partindo da necessidade de formação de profissionais com a devida qualificação, a lei também vai até a formação de docentes.

A política de formação de professores para inclusão de estudantes com deficiência é preconizada desde a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº 9.394/96, que define que os sistemas de ensino devem assegurar professores capacitados para oferecer uma educação de qualidade com currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos que atendam às necessidades destes educandos. (BRASIL, 1996)

 MEDO DE OUSAR: VOCÊ TEM MEDO?





Quando o professor não reconhece as peculiaridades das deficiências  não reconhecer potencialidades pode ser determinante, pois as práticas pedagógicas ficam distantes da realidade e a inclusão não pode ser praticada, causando abandono.
As práticas pedagógicas são a forma para assegurar a aprendizagem, essas práticas devem acontecer de forma diferenciada, atendendo a necessidade de cada estudante. 

Nesse sentido, coloca-se oportuna a pergunta: "O que podem as práticas pedagógicas?" 


O professor deve trabalhar de maneira conjunta com saber, fazer, refletir, metodologia, estratégia de ensino, recursos, formas avaliativas, apenas com uma uniformidade é possível construir o saber de todos de forma integral aos participantes.

EU, VOCE E ILHA DO MEL! 


Entretanto o que podemos observar são relatos que indicam impotência dos professores, talvez por falta de planejamento, de utilização conjunta de todos os elementos, ou por uma diferenciação proporcionada pela inclusão. Tal impotência causa a saída de estudantes daquele espaço escolar, que não cumpre os objetivos.

A educação inclusiva nas escolas brasileiras ocorreu de maneira inversa, imposta. Primeiro ela chega às escolas, depois a lei se preocupa com a formação e qualificação dos profissionais que estarão envolvidos nela. Realmente o que se iniciou foi o processo sem mesmo preocupações prévias com  a estrutura para abrir possibilidade de bom funcionamento de todo o processo.

Há uma necessidade de haver capacitação de profissionais para atuação na educação inclusiva. Contudo muitas instituições de ensino superior não se estruturavam para ofertar disciplinas relativas ao tema nas licenciaturas, ou quando fazem esta oferta é de maneira precária.

Nos últimos anos as instituições de ensino superior estão mudando seus currículos, na tentativa de formar profissionais capazes de trabalhar com a diversidade e atingirem resultados proveitosos. O Decreto 5.626/2005 inclui a Língua Brasileira de Sinais como componente curricular obrigatório para todos os cursos de licenciatura. Entretanto, Libras foi realmente ofertada nas licenciaturas apenas nos currículos a partir de 2010. Os cursos de Pedagogia também têm como componente disciplinas como Educação Especial/Inclusiva.
No entanto, a lei que rege a educação brasileira, LDB nº 9.394/96, preconiza, no parágrafo único do art. 61, que a formação de profissionais da educação se dará "de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica". (BRASIL, 1996)

Por outro lado, diante da amplitude deste processo formativo, reconhece-se que o tempo de graduação não é por si só suficiente para abordagem sólida de todo este saber, por isso defende-se também, neste trabalho, que a formação continuada dos profissionais da educação seja uma prerrogativa e condição para qualificar o processo educacional. Cursos de aperfeiçoamento devem ser constantemente frequentados por estes profissionais para dar continuação a formação que deve ser contínua.

Outra possibilidade de formação continuada é através da Pós-Graduação Lato ou Stricto Sensu com enfoque na educação especial/inclusiva, devendo esta ser ofertada em todos os programas Pós-Graduação em Educação, ligados às universidades públicas.

Como a inclusão educacional no Brasil ocorreu na ordem inversa, ocasionou a carência de profissionais na área para um bom desempenho do processo educacional.

Entende-se a necessidade e urgência da formação docente, tendo em vista que a inclusão requer não somente a inserção do aluno com deficiência em sala de aula, mas uma educação onde sejam respeitadas as diferenças e peculiaridades de cada indivíduo, buscando assegurar para todos os alunos o direito de aprender.


BOMBOM QUE DÁ AGUA NA BOCA. 


Para um bom funcionamento, profissionais especializados devem utilizar práticas pedagógicas a fim de integrar os alunos e suas necessidades peculiares. Sendo, portanto, indispensável uma formação continuada e eficiente para docentes e técnicos envolvidos no processo.
Cotidianamente os profissionais têm encontrado possibilidades ao desafio da escolarização de alunos da Educação Especial. São fundamentais para as práticas pedagógicas: educação e educabilidade das pessoas, assim o professor constitui um possível movimento para significação para os educandos.

Por Alynne da Silva Lima de Sousa

Como o assunto deste post é educação inclusiva, nossa escolhida foi a instituição Escola da Gente. A ong Escola de Gente – Comunicação em Inclusão – trabalha para que as sociedades sejam inclusivas e sustentáveis também para as quase um bilhão de pessoas com deficiência que vivem no mundo, sendo cerca de 80% em regiões de pobreza (ONU).

. Faz da comunicação sua estratégia.

. Dos direitos, seu território.

. Da infância, sua prioridade.

. Da juventude, seu agente de transformação.


CORAÇÃO E AS COISAS DA ALMA.


Alianças intersetoriais. Inovação. Incidência em políticas públicas. Qualificação da mídia. Transversalidade. Pesquisa. Participação em conselhos de direitos. Cursos de formação. Coerência entre discurso e prática. Criação de indicadores. Direito à comunicação acessível. Marcos conceituais e metodologias próprias. A Escola de Gente oferece seu conteúdo filosófico e prática de inclusão e diversidade a diferentes causas.

De 2002 a 2012, a Escola de Gente sensibilizou mais de 410 mil pessoas de 16 países das Américas, África, Oceania e Europa por um desenvolvimento inclusivo e sustentável. Com sede no Rio de Janeiro, atua em todas as regiões do Brasil com distintos parceiros/as da sociedade civil, governos, Ministério Público da União, conselhos de direitos, cooperação internacional e empresas.

AQUI MORA O PARAISO.


A Escola de Gente defende um conjunto de princípios, reflexões e conteúdos alinhados com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU/2007), de cuja elaboração participou. A Convenção é o único tratado de Direitos Humanos com valor de Constituição no Brasil.

Acesse e conheça melhor este trabalho!

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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