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sexta-feira, 29 de abril de 2016

LIDANDO COM A AGRESSIVIDADE DO OUTRO!

Diante das várias adversidades da vida e principalmente de conflitos pessoais uns agem de uma maneira mansa, enquanto outros explodem em um acesso de cólera e violência. 

Dessa forma, nos perguntamos: por que essas divergências de comportamento? Especialmente, por que alguns agem com tanta violência, seja ela verbal ou física?

Em diversos ambientes convivemos com essas pessoas, as quais diante de mínimos contratempos explodem de ira e agridem os outros ou objetos ao seu redor. Seja em ambientes escolares, no trabalho, e a maioria das vezes em nossas próprias casas. 

Esses indivíduos agressivos acreditam que estão demonstrando controle da situação e também domínio sobre o outro. Além disso, eles têm a ideia que agindo assim farão com que os outros façam o que querem. E, muitas vezes, por medo das ameaças e através da força física, as vítimas desses abusos realmente o fazem. Contudo, tudo isso não passa de uma ilusão do próprio consciente dessas pessoas agressivas. Se essas pessoas pudessem de alguma forma se ver de fora, veriam como parecem absolutamente sem controle.  

Assim, faz-se necessário compreender esse tipo de comportamento como um sintoma de uma doença.
Por isso, ao invés de retribuir com mais ódio, é preciso quebrar a corrente e entender que aquele que agride sofre por dentro; esse ato não é nada mais que um pedido de ajuda.

Tal pedido pode ter como causa a falta de afeto ou o desespero por algum dia não ter tido controle diante de uma situação que os machucou muito. Isso acontece geralmente quando somos crianças e enfrentamos uma situação traumática ou sofrimento agudo. Não conseguimos resolver a situação e nos vemos como "impotentes". Por isso, criamos o mecanismo de agressividade, porque aparentemente nosso subconsciente entende que assim chamaremos a atenção do outro e resolveremos nossos conflitos internos. Mas, o que acontece é exatamente o contrário: nos distanciamos do nosso eu, do nosso equilíbrio.  

Seja você ou alguém que está ao seu lado que passa por essa situação, nunca foi tão necessário esvaziarmos nossas mentes e realmente enxergar o nosso comportamento desequilibrado como um efeito de uma causa que precisa ser analisada sem julgamentos e pré-conceitos. 


Ainda com relação ao assunto, vale sempre à pena lembrar que os conflitos pessoais são motivos para estagnação de uma ou mais pessoas.

Quando em um ambiente familiar, social ou empresarial, as opiniões divergem o que é muito comum, é importante que não se perca o objetivo da discussão.

Infelizmente existem pessoas que criam ambientes conflitantes, polêmicos, pelo simples fato de não se permitirem ouvir uns aos outros. Colocam-se em uma posição de superioridade e não se permitem questionar a própria opinião. Cada um enxerga a situação por ângulos diferentes.

Portanto, se você tiver a humildade de se colocar no ponto de vista do outro, encontrará os motivos que o levam a ter determinada postura. Quando você compreender que saber ouvir o outro e reavaliar seu ponto de vista, através da visão do outro, pode enriquecer seu modo de ver a vida, entenderá também, que exitem inúmeros caminhos para atingir um objetivo e todos eles são válidos. Uns mais longos, outros mais curtos, mas todos chegando ao mesmo lugar.

Discuta, ouça os argumentos do outro, coloque os seus argumentos e decidam juntos.
E lembre-se daquele antigo ditado: "A união faz a força" e traz harmonia a qualquer ambiente!


A ajuda de terapeutas é sempre bem-vinda nestas situações, mas nem todos podem arcar com o custo de um tratamento. Por isso, deixamos aqui para vocês caminhos para o tratamento psicológico, sem ônus. Afinal, existem três caminhos diferentes para ter acesso a um tratamento gratuito:

Sistema único de Saúde (SUS)
Empresas parceiras de hospitais
Clínicas-escola

Se você precisa de ajuda, não deixe de ir atrás de pelo menos uma destas alternativas. Confira no Konkero como elas funcionam e quais os passos para tentar um atendimento psicológico sem custos, no território nacional.

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
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Planejamento, Gerenciamento, Monitoramento de Mídias Sociais e Responsabilidade Social

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