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terça-feira, 7 de junho de 2016

VOCÊ SABE RECONHECER A QUALIDADE DO AZEITE QUE CONSOME?

Atualmente vemos muitas pessoas com problemas de saúde, devido ao Colesterol Alto
Então, resolvemos abordar este assunto tão comum nos dias de hoje. 

Vamos começar falando de como nossa saúde é colocada em risco devido ao "colesterol elevado". Falaremos de uma forma bem simples, para ser entendido. E vamos mostrar como podemos melhorar este quadro. O Colesterol é uma substância gordurosa que não se dissolve no sangue. Para que alcance os tecidos periféricos ele precisa de transportadores que o conduzam via corrente sanguínea. Os mais conhecidos são o LDL e HDL. Ambos são lipoproteínas produzidas pelo fígado. Porém, com funções diferenciadas. O LDL transporta o colesterol do sangue para os tecidos e o HDL faz o inverso, tira o excesso de colesterol dos tecidos e o devolve para o fígado que vai eliminá-lo para o intestino. Enquanto o LDL transporta o colesterol para as células, ele vai normalmente deixando o excesso pelo caminho, formando os depósitos ou placas nas artérias. Aí entra o trabalho do HDL que faz exatamente o inverso, retirando estes depósitos e conduzindo para a eliminação natural. São os chamados Colesterol Bom e Colesterol Ruim!

Só para exemplificar, quando medimos o colesterol total, se seu resultado for: Caso 1: LDL  175 e HDL 20 = Colesterol total 195 Caso 2: LDL 125 e HDL 70 = Colesterol total 195
Concluímos que o paciente exemplificado no caso 2 corre menos risco de sofrer doenças cardiovasculares ou AVC apesar de os níveis totais serem iguais. Por este motivo, há a necessidade de dosagens individuais dos dois transportadores. O LDL é produzido no consumo de gorduras saturadas e trans, já o HDL nas gorduras insaturadas dos azeites extra virgens, peixes, amêndoas...

Há um tempo atrás, somente o azeite de oliva, ou óleo de oliva extra virgem eram indicados para este fim. Mas atualmente temos uma gama de óleos considerados "gorduras do bem": Óleo de Coco, Óleo de Chia, Óleo de Gergelim, Óleo de Abacate, Óleo de Semente de Uva e muitos outros. Portanto, se acrescentarmos estes produtos em nosso cardápio assim como castanhas, amêndoas, abacate, amendoim, linhaça, salmão, atum e muitos outros que poderíamos citar aqui, só teremos a ganhar., pois, a produção do HDL em nosso organismo seria favorecida naturalmente. Outra medida importante, mas neste caso para reduzir os níveis de LDL, seria consumir o mínimo possível as gorduras saturadas e trans e fazer atividades físicas regularmente.

Os azeites têm algumas características que são muito importantes na hora da escolha. Precisam ser extra virgens, prensados a frio, embalados em vidro escuro e sua acidez não deve ultrapassar 0,5%. 

Mas como saber?




A partir da prensagem de azeitonas maduras obtém-se o azeite de oliva virgem, que é tratado exclusivamente por processos físicos: lavagem, moagem, prensa fria e centrifugação. O resultado é um produto não fermentado de baixa acidez (no máximo 2º).

A União Europeia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:

1 - São considerados azeites extravirgens aqueles cuja acidez é menor do que 0,8% e que apresentaram atributos positivos suficientes em testes sensoriais. São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas. Industrialmente podem ser misturados com outros tipos de azeite.

2 - Os azeites de oliva com acidez entre 0,8% e 2% são conhecidos como azeite de oliva virgem. Na sua comercialização podem receber o epíteto fino. Seu principal uso é o culinário e quando usados industrialmente são mesclados com outros tipos de azeite.

3 - Os azeites com acidez maior do que 2% denominam-se azeite de oliva virgem lampante. Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de Oliva.

4 - Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais são destinado ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.
A mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar a 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atendê-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extravirgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária.

Viu? Não é tão difícil! Basta verificar as características acima e na hora da compra de seu azeite não veja apenas o preço ou a marca. Sabe aquele inocente azeite que você coloca sobre sua salada? Pois é, ele pode não ser tão inocente assim...



Pesquisa realizada no ano de 2015 revela quais marcas estão enganando o consumidor. Para escolher certo na hora de adquirir seu azeite vale anotar os nomes das marcas que apresentaram todas as qualidades de um azeite extravirgem: Oliva do Sul, Carrefour, Cardeal, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor e Qualitá.
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Quer saber mais sobre esta pesquisa então acesse o link e veja na íntegra!

Como nosso assunto de hoje é Nutrição, sabe aquelas cascas, talos, folhas e sementes de alimentos que costumamos jogar fora? Pois é... elas podem ser transformadas em deliciosas refeições e pratos! Veja aqui 12 receitas que vão deixar você com água na boca!

A iniciativa da ONG Banco de Alimentos representa a formação de um ciclo sustentável: Ao passo que são arrecadados excedentes de produção e comercialização, diminui-se o acúmulo de lixo orgânico e o desperdício de alimentos próprios para consumo, que complementarão a alimentação de milhares de pessoas em situação de risco alimentar e social. Há também desta forma, um favorecimento à inclusão social destes indivíduos por meio de melhoria da saúde e estímulo ao desenvolvimento psicomotor. Isso porque, além de visarmos uma alimentação balanceada por meio de realização de ações profiláticas e educativas voltadas às comunidades atendidas, beneficiamos somente instituições que possuam em seu programa ações de inclusão social.

Conheça, divulgue e ajude a dar continuidade a este trabalho!

Ana Porto/Sergio Honorato
Gestores
Planejamento, Gerenciamento, Monitoramento de Mídias Sociais para Empresas e Responsabilidade Social




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